"O amor é bonito, sim. É aprendizado, é luta diária, é glória, é superação, é vontade, é cumplicidade, intimidade, amizade, e acima de tudo o amor precisa ser paciente, muito paciente. Tem que entender que tudo tem sua hora, que às vezes a distância dói, machuca e lateja."
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"Mas uma hora a gente cansa de bater na porta de quem não abre."
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"A verdade é: Eu sou completamente exagerada e dramática, e vou morrer assim. Não sei ser metade, não sei amar pela metade. Eu sou inteira, e gosto de tudo que é inteiro. Verdadeiro e recíproco. Não sou formiga para gostar de migalhas."
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"Nasce boneca, rostinho de porcelana, corpinho de pano. Da boneca, o pano vai se desgastando, rasgando, a porcelana racha, quebra a cara. Tenta se esconder achando que fuga é proteção, e de repente: Cadê a boneca que tava aqui? Fica sem graça ao perceber que não perde a graça trocando porcelana e pano por carne e osso, e aí já é tarde demais. Virou gente, e então fica tudo mais complexo, as coisas saem de controle. Aí diz uma coisa, repete, diz uma coisa, e nós aqui, vendo outra coisa. Contradição. Confusao. Como cantou Cazuza: Tuas ideias não correspondem aos fatos! E essa confusão grita aos olhos do público. Quem é você? Você sabe? O que você deseja? O que você faria se pudesse escolher, você sabe ?"
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